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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: A confusão e a correção

Disse no sábado, neste post, que havia me chamado a atenção um texto de Joel Dias, notório defensor de Micarla de Sousa na Internet.  Fui fisgado porque Joel deu como título ao seu post Política e luxúria.
Calma, não é um erro meu.  É que alguns minutos atrás, eu e Alisson Almeida conversamos com Joel sobre o uso do termo luxúria, inadequado, em seu post.  Ou não.  E corrigiu - alterou.

Joel relutou em admitir que tinha usado um termo cujo significado desconhecia - mas por fim admitiu que errou: queria falar em luxo, não em sexo.  Não sem antes dar a entender que poderia saber histórias de alcova, pessoais, mesmo sexuais do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves - e que a série de posts em seu blog serviria para expor tudo isso.  Admitiu ter convivido no ciclo do prefeito.
Seria baixaria a exploração de questões sexuais ou de sexualidade em uma disputa eleitoral.  Joel deu a entender que o tom poderia ser esse - apesar de eu achar que ele apenas demorou a ter a humildade de reconhecer sua própria ignorância.  Em sendo esse o tom, o nível da campanha se desenha muito baixo para 2012.  Mas se há alguém que pode explorar questões referentes à sexualidade para benefício eleitoral - e já provou isso - é a prefeita borboleta.  Afinal, ela é mulher e mãe.

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