Meia noite de um três de maio
Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Sei que minha cabeça é cheia de minhocas, mas algo me diz que está tudo correndo como o esperado pela agência:
ResponderExcluir1- criaram uma campanha tosca e ridícula, bem à feição das bobagens que adoram comentar na web;
2- O barulho foi estrondoso, e todo mundo viu a peça sem a agência gastar um centavo com mídia;
3- quando o troço ia saindo da boca do povo, precisavam de mais um gás. E como fazer? Simples, basta arrumar uns 30 zés-manés para "reclamar" no CONAR e o assunto volta à baila;
4- A bovina opinião pública das redes sociais se sensibiliza com a "causa" e volta a falar da tosqueira, gerando agora uma reação do tipo "defesa dos pôneis malditos", "contra a censura!", etc.
5- O comercial, se for "vetado" pelo CONAR, vira cult e continua sendo falado e assistido, não exigindo qualquer compra de mídia;
6- se não for, já entra na TV/Rádio e outras mídias bombando (tipo "olha, o comercial 'proibido' tá passando!"), exigindo assim menos gastos com compra de espaço.