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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Escândalos de FHC: Dono do banco Marka sai da cadeia hoje

Cacciola está preso no Rio de Janeiro desde 2008, após ser localizado pela Interpol no Principado de MônacoProtagonista de um dos grandes escândalos do segundo governo de FHC, Salvatore Cacciola, preso em Bangu 8 desde 2008, recebeu o direito de liberdade condicional.  Seu alvará de soltura está sendo esperado ainda hoje no presídio onde cumpre pena. 
Cacciola fora condenado por peculato e gestão fraudulenta.  Sua soltura foi determinada pela juíza Natascha Maculan Adum Dazzi.
Um dos poucos condenados nos inúmeros escândalos da era tucana à frente da República no país, Salvatore Cacciola fora condenado a 13 anos de prisão.  No ano 2000, após ser preso preventivamente, foi solto por um habeas corpus do ministro do STF, primo de Collor, Marco Aurélio de Mello.  Fugiu para a Itállia e foi considerado foragido quando o STF derrubou a liminar de Marco Aurélio. 
Cacciola foi preso pela Interpol em Mônaco em 2007, sendo extratitado no ano seguinte.  No tempo em que esteve foragido na Itália, o país negou um pedido de extradição sob alegação de que o banqueiro tem cidadania italiana.
Hoje, Cacciola completa um ciclo de 12 anos, desde que o escândalo aconteceu, provando que, no que se refere a crime de banqueiros e colarinho branco, quase sempre ele compensa.

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