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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Doença da Vaca Louca: Onofre Lopes descarta mal em seus pacientes

Do Portal No Minuto

Em coletiva na manhã de hoje (23), os médicos do Serviço de Neurologia do Hospital Universitário negaram que os dois pacientes com sintomas de doenças degenerativas estejam acometidos do mal da vaca louca, ao contrário do que foi divulgado no sábado passado (20).

Segundo o chefe do serviço, João Rabelo, eles têm sintomas parecidos e descartou completamente a primeira hipótese.

“Não há como uma pessoa contrair esta doença aqui no Brasil, a não ser que ela viaje para o Reino Unido – onde a doença se manifestou – e coma uma carne infectada”, argumenta.

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