Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Dilma espera o pedido de demissão de #EjectJobim

A presidenta Dilma Rousseff conversou brevemente por telefone com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e teria lhe dito que, diante da polêmica criada por suas declarações, a única saída era ele pedir demissão.  A intenção seria evitar o desgaste do ministro com uma demissão pela presidenta.
Jobim negou na tarde desta quinta-feira que tenha se referido de forma pejorativa ao trabalho das ministras Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil).
O Planalto busca agora nomes que possam substituí-lo.  O nome mais provável, segundo a imprensa, é do vice-presidente Michel Temer.
Eu torço por Celso Amorim, até como forma de converter a caminhada do governo Dilma de volta à sua base de apoio social, o que poderia ser fortalecido pelo discurso e as ações de autonomia nacional e comprometimento à esquerda do ex-chanceler.

Comentários

Postagens mais visitadas