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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Câmara dos EUA aprova aumento da dívida pública para evitar calote

Parece que agora vai.  O plano foi aprovado por ampla maioria na Câmara (que é dominada pelos Republicanos) e agora tem de ser aprovado até amanhã pelo Senado (dominado pelos Democratas).  Se há acordo, se manifesta agora ou morremos todos afogados.
Do UOL:
A Câmara de Representantes dos Estados Unidos aprovou o projeto que autoriza o governo americano a elevar o teto da dívida pública, evitando um calote. Agora o projeto tem de ser votado no Senado, onde o governo de Barack Obama tem maioria. A votação no Senado deve ocorrer nesta terça.
O projeto na Câmara teve 269 votos a favor e 161 contra.
O novo projeto eleva o teto da dívida, atualmente em US$ 14,3 trilhões, em US$ 2,1 trilhões, permitindo, assim, que o governo tome novos empréstimos e continue financiando sua dívida até, pelo menos, 2013.
O governo começaria a ter dificuldade de honrar parte de sua dívida, sem elevação desse limite para novos empréstimos, a partir desta terça-feira.

A elevação do teto da dívida em US$ 2,1 trilhões garante que o limite não deverá aumentar de novo até 2013, para evitar novas lutas bipartidárias no lance final da campanha pelas eleições de 2012 e não prejudicar a recuperação econômica.

O acordo impõe imediatamente um corte do deficit no valor de US$ 1 trilhão.

Um novo comitê bipartidário no Congresso se encarregará de apresentar, antes do Dia de Ação de Graças, no final de novembro, um plano complementar que reduza o deficit em US$ 1,5 trilhão adicionais durante os próximos dez anos.

Este corte tem como base a economia de mais de US$ 900 bilhões ao longo de uma década em despesas domésticas não imprescindíveis --dividido entre programas civis e de Defesa e que não afetará a Seguridade Social.

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