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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

As digitais e DNA tucanos na Operação Voucher



A entidade responsável pelo desvio irregular de recursos repassados através de emendas parlamentares - investigadas pela PF no Ministério do Turismo e que redundaram na Operação Voucher - tem digitais e DNA tucano.
 O Ibrasi (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infra-Estrutura Sustentável) tem como diretor-executivo, Luiz Gustavo Machado, e como diretora técnica, Maria Helena Necchi.  Ambos ocuparam cargos de confiança no longevo governo do PSDB em São Paulo.
O primeiro foi assessor da presidência dada CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de 1999 a 2002. Antes, foi diretor de Terminais da Dersa de 1995 a 1998.  Tudo nos governos Covas - Alckmin.  Já Maria Helena Necchi foi secretária adjunta de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo de 1998 a 2001. 

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