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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Rosalba diz "não" a Micarla

De Alisson Almeida:

A prefeita Micarla de Sousa (PV) passou a sonhar com a possibilidade de contar com o apoio da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) para sua dificílima tentativa de reeleição em 2012. Conversei com a democrata, ontem, após uma reunião dela com um grupo de empresários alemães na Governadoria.
Perguntei se, como havia dito o chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes, a governadora considerava a hipótese de estar com Micarla na eleição do próximo ano. Rosalba desdenhou da ideia e, sem tergiversar, disse que não pensava nisso. Não demonstrou a mínima intenção que fosse de subir no palanque da Borboleta.
Pelo visto, a prefeita pode tratar de tirar o cavalo da chuva, porque, se depender da bênção de Rosalba, ela deixa o Palácio Felipe Camarão em dezembro de 2012 — levando consigo todo o seu vasto borboletário.

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