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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla:"@patriciojr A Pref de Natal está tapando os buracos com lombadas? Eh isso?"

Patrício Júnior traduziu a pergunta que me acometeu esses dias quando comecei a sentir meu carro subir onde antes ele caia ou desviava de um buraco.
Não posso negar que é melhor uma lombada que um buraco, mas não sou capaz de acreditar que alguém na prefeitura realmente acredite que os motoristas de Natal ficarão satisfeitos por deixarem de andar em vias esburacadas mas que prosseguem sendo desniveladas.
Patrício está certo em cobrar, não um emergencial tapa-buracos, mas uma real obra de recuperação de vias da cidade. Todas as vias aliás, porque até agora ninguém informou os critérios de escolha das ruas que estão trocando seus buracos por lombadas.

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