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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Justiça mantém débitos da prefeitura

Ontem a prefeita Micarla de Sousa (PV) disse que, e foi replicada pelo secretário Jean Valério, a prefeitura tinha ganhado na justiça o direito de ter o nome excluído do cadastro de inadimplentes do governo federal no que se referia a uma dívida de 2006.
Hoje, ao Portal NoMinuto, o Procurador Geral do Município, Bruno Macedo negou que tivesse havido indeferimento da ação que interpôs na Justiça Federal. Acabo de sair da JF e não houve indeferimento, disse.
No entanto, o site da Justiça Federal traz uma informação bem diferente: a Justiça negou o embargo de declaração interposto pela prefeitura sobre dívidas da Urbana.  A decisão do juiz Vinícius Vidor, da 5ª Vara Federal, mantém a determinação do Juiz Federal Ivan Lira de Carvalho, que no último dia 7, definira que os únicos débitos da Urbana a serem retirados como pendências da Prefeitura no CAUC seriam os previdenciários objeto de discussão específica no processo, como havia determinado o Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

E agora?  Será que a prefeita está mal informada e assessorada de novo, neste caso?  E como se justificará com relação a essas pendências do CAUC que havia negado importância ontem?

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