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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: A grave situação de Natal em relação aos empréstimos para a Copa

Do Blog do BG:




A semana que passou foi marcada por notícias desfavoráveis à Copa do Mundo em Natal.
A Caixa Econômica Federal confirmou que não há um único pedido de financiamento para as obras estruturantes para o mundial de futebol de 2014.
O BNDES também garantiu que o empréstimo para a construção do Estádio Arena das Dunas não foi liberado ainda. Está sob análise a pedido do Tribunal de Contas da União. Detalhe: a demolição do Machadão está marcada para 15 de agosto. E se o empréstimo for negado, e negado depois da derrubada?
Na sexta-feira, foi a vez do Tesouro Nacional informar que Natal também teve negado o pedido de empréstimo para as obras de mobilidade urbana.
O desespero é grande. O secretário de Planejamento de Natal, Antonio Luna tenta em Brasília uma intervenção do próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega.
A prefeitura encaminhou um pedido de excepcionalidade à Fazenda. Mantega pode manobrar em favor de Natal. Só que não vai.
O ministro já deu mostras de que não está disposto a ceder aos apelos da prefeita Micarla de Sousa. Ele disse a interlocutores que não quer ajudar nesses pedidos. Fica tudo no colo da Presidenta.
A preoupação é grande, sobretudo da classe política, que vê ameaçada seus projetos políticos. Lembrem-se que até agora a Copa tem muitos pais e mães. Ninguém vai querer assumir o débito de um erro.
A Prefeitura não tem dinheiro para pagar os débitos e sair dos cadastro de inadimplentes, o Cauc, do Governo Federal.
Situação grave, muito grave.

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