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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla e #DT14: Qual o público?

O vereador Albert Dickson (PP) - aquele dos contratos suspeitos de sua clínica com a prefeitura - passou a preparação inteira para a gravação do CD/DVD Sol da Justiça, do Diante do Trono, anunciando uma expectativa de 100 mil pessoas na Praia do Meio.
Há pouco, Bruno Giovanni, do Blog do BG, mostrou no twitter que, devido à limitação do espaço físico reservado para o evento, seria impossível ter 100 mil pessoas.  Como Bruno mostra aqui, o público não deve ter chegado a 40 mil pessoas.
Parece-me evidente que não interesse ao Diante do Trono inflar, artificialmente, o público presente nesta tarde, ainda mais num dia muito chuvoso como foi hoje e com um atraso de duas horas para o início do evento.
Mas parece que interessa à prefeitura.  Afinal, o secretário Jean Valério está o tempo todo retuitando um público superestimado em 100 mil pessoas.  Por quê?  Para quê?
Enquanto isso, relatos deram conta de que faixas do #ForaMicarla estavam bem posicionadas no meio do público antes de o show começar e, além disso, o nome da prefeita foi vaiado em todas as ocasiões em que foi mencionado.  Independente do pedido feito pela líder do DT, Ana Paula Valadão.
Creio que ela e o restante do grupo voltam à Minas entendendo melhor os problemas e o tumulto que a atual gestão, apoiada por cristãos da estirpe de Albert Dickson, têm provocado à cidade.
Cidade que concedeu título hoje a Asaph Borba, por relevantes serviços prestados a Natal.  Quais, eu ainda não sei.

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