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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: É buraco aqui, é buraco agora

Esta tarde fui à zona norte de Natal - de longe a área mais esquecida pela administração municipal.
Se eu achava que havia buracos - e agora ondulações - no meu caminho no centro/zona sul/zona oeste, eu precisava conhecer a Cidade Praia:

Como diz a nova versão de um bom - mas sem lastro na realidade - jingle:


É buraco aqui
É buraco agora

Aliás, alguém se lembra quantas campanhas institucionais e slogans diferentes a gestão Micarla de Sousa (PV) já apresentou à cidade?

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