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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Autópsia confirma que morte de Hoare não é suspeita, diz polícia

Do UOL:

A polícia britânica afirmou nesta terça-feira que não há evidências que indiquem a existência de outros envolvidos na morte de Sean Hoare, o primeiro repórter do tabloide "News of the World" a denunciar que o então editor Andy Coulson sabia das escutas ilegais realizadas por sua equipe.
Segundo as autoridades, a autópsia realizada no corpo de Hoare confirmou que "não há evidências de que exista uma terceira parte envolvida" e que "a morte não é suspeita".
O jornalista foi encontrado morto na segunda-feira em sua casa em Watford, mas ainda não se sabe o que causou sua morte. Os investigadores agora esperam que um teste toxicológico possa indicar uma resposta.

Associated Press
Sean Hoares, ex-repórter do "News of the World", que foi encontrado morto hoje em sua casa
Sean Hoares, ex-repórter do "News of the World", que foi encontrado morto hoje em sua casa
Sean Hoare trabalhou para o "The Sun" e para o "News of the World" sob a chefia de Coulson, que, mais tarde, foi escolhido como diretor de comunicação do premiê britânico, David Cameron. Ele foi demitido dos jornais do grupo por problemas de drogas e alcoolismo.
Hoare fez suas primeiras denúncias sobre o comportamento antiético do tabloide britânico em reportagem investigativa do jornal americano "New York Times".
Ele disse ao jornal que Coulson sabia do esquema das escutas ilegais de telefones de políticos, celebridades e até funcionários da família real e ainda encorajava sua equipe a usar a prática para conseguir histórias exclusivas.

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