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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Depois de um tempo sem escrever e muito mais sem falar de futebol, segue o meu comentário em diversos sites sobre as duas últimas derrotas do meu ABC pela série B: 3 a 0 para o Juventude e 2 a 0 para o Criciúma:

Espero uma atitude de respeito ao torcedor por parte da diretoria. Foram doze dias só treinando? Para apresentar o futebol medíocre dos dois jogos fora? Já chega de tanta incompetência técnica e tática de Ferdinando Teixeira e da diretoria do ABC. Estamos, antes do fim da rodada, a quatro pontos da zona do rebaixamento. Chega de desculpas. O que há é uma combinação de bastante incompetência tática de nosso treinador, apoio indolente de nossa diretoria e falhas grotescas de planejamento. O ABC já teve um dos melhores elencos da série B mas a nossa incompetência tática nos fez queimar alguns bons nomes que passaram pelo elenco. Nossa incapacidade administrativa nos fez trazer jogadores como Marcelo Silva e Vainer. Faz manter um jogador terrível, como Adelmo, no time titular e sendo capitão. O gol que ele deu ao Juventude é prova mais que cabal de sua incapacidade técnica, cantada e decantada pela torcida há tanto tempo que a teimosia de Ferdinando e diretoria em mantê-lo chega a ser vergonhosa. Doze dias de treino e o time é um bando em dois jogos. Dois jogos em que podíamos muito bem ter sido goleados. Nossas vitórias não apagam nossa incapacidade. FT é um técnico extremamente limitado taticamente. Repito isso desde o início do campeonato. Com o nosso elenco, incluindo os jogadores que já passaram, era para estarmos brigando para subir. Por incompetência de quem manda no time, vamos brigar para não cair. Não irei ao estádio, mesmo que esteja em Natal, enquanto FT e JT estiverem por lá. ABC, acorda. Veja se ainda dá tempo ou se já estamos condenados, como em 2001. Tantos bons técnicos dando sopa no mercado e a gente insistindo no erro de ter Ferdinando Teixeira, em nome de sua boa biografia. Vamos morrer afogados nela e na série C. Talvez seja esse o desejo da diretoria, por perceber que, nessa altura de sua vida, FT só será vitorioso na série C.

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