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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Eu aprendi com minha mulher a gostar bastante das cantoras potiguares. A paixão por Khrystal nasceu simultaneamente em nós dois. E a baixinha virou a minha cantora preferida depois que a vi no programa de Pedro Luís - Destino Brasil Música, que, aliás, casou com outra das minhas queridas cantoras potiguares: Roberta Sá.
A história de vida de Khrystal é fascinante. E esta semana eu vou acompanhá-la aqui em Salvador, onde faz três shows, quarta, quinta e sexta. Semana que vem ela vai aparecer ao lado do monstro Guinga no programa de Rolando Boltrin, o Sr. Brasil.
Quem quiser conhecê-la melhor, acesse o My Space dela: http://www.myspace.com/cantorakhrystal. Aqui você consegue ouvir algumas faixas do seu CD, Coisa de Preto. Excelente. Somente os côcos mais interessantes de todas as partes do Nordeste.

Comentários

  1. Rapaz, esse blog tá com uma cara muito bacana. Vc tirou aquela foto pensando já nas cores daqui, né??? Rrsrsrs...

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  2. Daniel Dantas Lemos27 de maio de 2008 às 21:37

    claro que não.

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