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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Faz bastante tempo que não publico nada neste blog. A vida anda confusa, mas em paz. Se é que esse contra-senso é possível.

Minha motivação hoje foi o término da exibição da melhor temporada da história de 24 horas na Fox. Se você é fã como eu, mas não tem tevê por assinatura ou perdeu a temporada, não perca a chance de assistir quando a Globo a exibir. Emoção demais, ainda mais se a emissora dos Marinho resolver exibí-la como o fez na primeira e na terceira temporadas, ou seja, nas férias do Jô, em continuidade em janeiro. Foi uma temporada espetacular. Você não perde por esperar. O episódio de hoje terminou com meus gritos entusiasmados e corpo arrepiado.

Desculpem minha empolgação.

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