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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Na meditação que escrevi hoje, citei a praia de Jenipabu. Ou seria Genipabu? Fiquei muito na dúvida. Então, resolvi checar. E terminei descobrindo grafias as mais diversas para a palavra. O pior exemplo aparece em uma lista telefônica que, no texto, fala em Genipabu, mas na foto que o ilustra aparece "dunas de Jenipabu". Entre outras formas, o mais comum é acentuar o "u" final. Aprendi no colégio, no entanto [a única regra gramatical que sei decor, sem exageros], que oxítonas terminadas em "u" não se acentuam. Esta regra eu sei de cor porque existem muitos nomes de lugares no Rio Grande do Norte terminados em "u", como Açu, Ipanguaçu, e, muitas vezes, suas formas aparecem acentuadas.
Afinal, alguém pode me ajudar? Como se escreve: Genipabu ou Jenipabu?

Mas tem algo mais importante que alguém pode fazer, pelo país inteiro: vamos tirar o Severino de cena. Vamos fazer algo. Não vou me calar até isso acontecer.

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