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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Hoje 24 Horas chegou à metade na exibição de sua quarta temporada na Fox. E, por enquanto, estou achando que é a melhor temporada de todas. Surpreendente e com muitas participações de personagens de temporadas passadas. Até a estrutura sofreu algumas alterações, mas não se mudou o fato de que Jack Bauer enfrenta basicamente dois problemas distintos: um em cada metade da temporada. Os que gostam da série mas esperam pela Globo, não perdem por esperar. Se a emissora dos Marinho for exibir a quarta temporada neste ano, começará, no mínimo, em agosto, quando a temporada acaba na Fox. Mas, provavelmente, a opção será repetir a primeira e a terceira temporadas, exibidas nas férias do Jô, de forma contínua. Parece ser essa forma mais interessante para o público.

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