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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Estava assistindo até agora entrevista de Beatriz Pires no Programa do Jô. Ela foi falar sobre o livro que está lançando: O Corpo como Suporte da Arte. Na verdade, ela falou sobre muito de xamanismo, explicando o que as pessoas, animalescamente, são capazes para infringirem sofrimento e dor a si mesmo. Alguns adeptos dessas práticas estavam na platéia e falaram sobre certos transes. Performance? Isso parece isca de Satanás. Essas coisas, só vendo para perceber o tamanho da ação do mal sobre as vidas das pessoas.

Por falar em ação do mal, continuo esperando sugestões sobre o que fazer com Severino. Como tirá-lo de lá? Como acabar com isso? Não podemos ficar quietos enquanto esse homem, ridículo, envergonha nosso país.

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