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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Quem é este?

Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?

Marcos 4. 41.

Quem é Jesus? Acredito que esta seja uma das perguntas mais importantes que o ser humano pode fazer nos dias atuais. No meio da nossa complexidade cultural e religiosa, cada um tem uma opinião acerca de quem é Jesus. Para uns, Ele nem sequer existiu. Os que acreditam que Ele tenha existido se dividem entre os que atribuem algum significado religioso à sua vida e aqueles que O vêem apenas como um líder político, morto pelos poderosos por causa de suas idéias revolucionárias. Entre os religiosos, espíritas vão acreditar que Ele era um espírito superior, os muçulmanos e os judeus, um grande profeta. Os cristãos vão afirmar com Pedro que Ele o Cristo, o Filho do Deus vivo. Mas essas posições não são tão importantes quanto aquela que cada um de nós precisa tomar, pessoalmente. A pergunta decisiva é Quem é Jesus para você?

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