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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Fiel e Verdadeiro

Em seguida, vi o céu aberto, e apareceu um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro. Ele julga e combate com justiça.
Apocalipse 19. 11.

Eu tenho uma visão do Apocalipse diferente da maioria dos cristãos. Enquanto muitos tentam decifrar os mistérios simbólicos do fim dos tempos em sua leitura do livro, eu sempre tento entender o que o texto significa para os seus leitores nos dias em que foi escrito e, daí, tento extrair algum sentido, alguma mensagem para minha vida. Não acho que eu preciso saber nada sobre tempos e dias que o Senhor reservou para Si em Sua autoridade. E acho que a minha perspectiva deve estar correta porque foi isso que Jesus disse aos discípulos (At. 1. 7). Acredito que, dessa maneira, faz sentido o alerta de Jesus para estar sempre vigilante: eu não preciso tentar interpretar sinais e símbolos. Logo, não leio o Apocalipse buscando por isso. Busco por mais.

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