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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Esse era o texto do abaixo-assinado:

Projeto de Biossegurança (PL 2401/03)

Esta semana a Câmara dos Deputados iniciará a discussão do Projeto de Modificação da Lei 8.974, de 1995, a chamada Lei de Biossegurança (PL 2401/03). Um dos pontos de polêmica do projeto diz respeito à liberação da pesquisa em células-troncos embrionárias, que os cientistas consideram capazes de reconstruir qualquer tecido do corpo humano.

As células-troncos podem se diferenciar e constituir diferentes tecidos no organismo. Esta é uma capacidade especial, porque as demais células geralmente só podem fazer parte de um tecido específico (por exemplo: células da pele só podem constituir a pele). Outra capacidade especial das células-tronco é a auto-replicação, ou seja, elas podem gerar cópias idênticas de si mesmas.

Por causa destas duas capacidades, as células-tronco são objeto de intensas pesquisas hoje, pois poderiam no futuro funcionar como células substitutas em tecidos lesionados ou doentes, como nos casos de Alzheimer, Parkinson e doenças neuromusculares em geral, ou ainda no lugar de células que o organismo deixa de produzir por alguma deficiência, como no caso de diabetes.

A pesquisa em células-tronco é a grande esperança de cura para milhares de doentes graves. O projeto da Lei de Biossegurança prevê que os embriões congelados em clínicas de fertilização há mais de três anos poderão ser dispostos para pesquisa. Estes embriões não servem mais para serem implantados e, por isso, caso não sejam aproveitados na pesquisa, são jogados no lixo. Isso mesmo: no lixo.

Por isso, é triste ouvir na imprensa que um grande obstáculo à liberação dessas pesquisas é a chamada bancada evangélica. Seria pecado contra a Lei de Deus a pesquisa com estes embriões e não seria jogá-los no lixo?

Em virtude desses pontos, elaboramos esse abaixo-assinado de evangélicos, endereçado aos deputados da Frente Parlamentar Evangélica a fim de que não bloqueiem o acesso à cura e à restauração a tantos que sofrem, aprovando o texto da Lei de Biossegurança.

Se você desejar participar desse abaixo-assinado, coloque seu nome na seqüência e encaminhe para o maior número de contatos evangélicos. Quando a lista chegar a vinte nomes, encaminhe ao Deputado Adelor Vieira, presidente da Frente Parlamentar Evangélica: dep.adelorvieira@camara.gov.br.

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