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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

A Cruz

Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.

Mateus 10. 34.

Eu realmente acredito na relevância e possibilidade de um diálogo interreligioso, firmado no respeito mútuo. Isso para mim, no entanto, não deve significar qualquer perspectiva ecumênica ou que eu possa concordar, em absoluto, que todas as religiões sejam setas que apontem para o mesmo Deus. Na verdade, não acredito que qualquer religião faça isso, como também não acredito que ser discípulo de Jesus é se filiar a qualquer credo.

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