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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Transparência

A mensagem que Cristo nos deu e que anunciamos a vocês é esta: Deus é luz, e não há nele nenhuma escuridão. Portanto, se dizemos que estamos unidos com Deus e ao mesmo tempo vivemos na escuridão, então estamos mentindo com palavras e ações. Porém, se vivermos na luz, como Deus está na luz, então estamos unidos uns com os outros, e o sangue de Jesus, o seu Filho, nos limpa de todo pecado.

1 João 1. 5 – 7.

Uma coisa sempre me causou admiração na vida de Davi. Ele me parece um dos personagens mais transparentes da Bíblia. Ele não se escondia e não escondia quem era de quem quer que fosse. Isso fica claro em várias passagens de sua vida. Em um dado momento, por exemplo, finalmente o rei consegue levar a Arca para Jerusalém. Ele estava em êxtase. Davi, vestindo um manto sacerdotal de linho, dançou com todo o entusiasmo em louvor a Deus, o Senhor. Mical, filha de Saul e sua mulher, olhou pela janela, viu o rei Davi pulando e dançando em louvor ao Senhor. Então sentiu por ele um profundo desprezo (2 Sm. 6. 14 e 16). Mais tarde, Mical repreende Davi porque o rei dançava sem se importar com quem estava à sua volta, chegando a mostrar suas roupas íntimas às mulheres em volta. Davi estava feliz e entusiasmado. Não estava nem aí para o que os outros iam pensar nem pautava seu comportamento de uma outra maneira por ser rei. Mical revoltou-se: Que bela figura fez hoje o rei de Israel! (v. 20), ao quê o rei respondeu: Eu estava dançando em louvor ao Senhor, que preferiu me escolher em vez de escolher o seu pai e os descendentes dele e me fez o líder de Israel, o seu povo. Pois eu continuarei a dançar em louvor ao Senhor e me humilharei ainda mais diante dele. Você pode pensar que eu não sou nada, mas aquelas moças de quem você falou vão me dar muito valor!i (vv. 21 – 22).Leia mais aqui.

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