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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Superficial e sem sentido

Ai dos que querem que venha o Dia do Senhor! Por que é que vocês querem esse dia? Pois será um dia de escuridão e não de luz. Será como um homem que foge de um leão e dá de cara com um urso; ou como alguém que entra em casa e encosta a mão na parede e é picado por uma cobra. O Dia do Senhor não será um dia de luz; pelo contrário, será um dia de trevas, de escuridão total. O Senhor diz ao Seu povo: Eu odeio, eu detesto as suas festas religiosas; não tolero as suas reuniões solenes.

Amós 5. 4 – 24 (em destaque, 18-21)

Em meados do ano passado passei a apresentar sintomas de síndrome do pânico. Crises de ansiedade e uma enorme sensação de insegurança, incerteza, medo de morrer, vida sem sentido. Com o tempo, comecei a questionar a Deus o porquê de estar doente. Certo dia, enquanto orava, Deus me falou com nitidez. E as coisas começaram a fazer sentido. Deus me disse: Daniel, preste atenção no que você sente por causa da sua doença: é assim que se sente aquele que não me conhece. Você agora sabe como é, você agora sente como eles se sentem e como se sentem aqueles por quem você está intercedendo. Especialmente aqueles que estão na Igreja e vivem longe de mim.

A ficha caiu. É dessa maneira que se sente, em maior ou menor grau, todo aquele que não coloca o sentido da sua vida unicamente no Amor de Deus, todo aquele que, por isso, vive sua vida de maneira superficial: chega a duvidar da existência do Senhor; teme a morte e tem sentimentos de morte; e a vida como um todo perde o sentido

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