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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Atitude do coração

O Senhor, porém, está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra.

Habacuque 2. 20

Tenho refletido nesses dias sobre o encontro com o Senhor Santo e Poderoso. Na verdade, esses pensamentos têm me conduzido à reflexão acerca de um tema muito caro para muitos, mas pouco entendido e assumido nos corações: a reverência.

É comum que ouçamos instruções para igrejas se porem de pé para a leitura da Palavra de Deus em sinal de reverência. Ou a obsessão pelo silêncio absoluto em nossos cultos como manifestação de reverência ao Senhor. Em outras palavras, nossa tendência tem sido a de normatizar a reverência, forçando-a a partir de regras de posturas e de comportamentos, que atendem, na verdade, muito mais a nossa necessidade de ordem na vida do que significam sermos reverentes de verdade. A reverência é uma atitude de coração. Por isso, tenho percebido que mesmo as pessoas mais preocupadas com a ordem em nossos cultos são das mais irreverentes, porque não se depararam, conscientemente, com o coração santo do Senhor. Ao menos, não se apercebem disso. Seus corações não se calam diante do Senhor.

Leia mais aqui.

Comentários

  1. Você tem uma mente fertil! E concatena bem suas ideias... isso é muito bom. Gostei de conhecer o seu blogger...
    Sou seminarista presbiteriano e moro no Rio. Vc é de qual denominação?
    Valeu!

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  2. Daniel fiquei bolado qnd li lá no Telhado q vc foi disciplinado por causa de seu blog. É a volta da Idade da Pedra (não dá nem para dizer q é Idade Média). Enquanto a piscina deles "está cheia de ratos" e vivem em um grande "museu de grandes novidades" cismam em apontar para os outros e dizer: raca! Que cresçam! Paz. Vando (www.pensamentojovem.com0

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  3. Os homens de uma maneira geral adoram criar regras desse tipo porque assim conseguem se colocar em uma posição para exercer poder sobre os outros. Como está escrito em Gálatas 6:12 e 13 "todos querem mostrar bo aparência na carne e são esses que vos obrigam a circuncirdar-se e eles mesmos não guardam a lei..."
    Me diga quem pode sondar o coração do homem? Quem pode dizer se estando em pé, de joelhos ou sentados, o nosso coração está contrito ou humilhado? Os homens adoram colocar togas e julgar o seu próximo, mas como o profeta Isaías disse "próximo está o que me justifica, quem contendará comigo}?"

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