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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Esta noite vou a Fortaleza para a formatura do Seminário. Estarei de volta na segunda.
Enquanto isso, tenho um relatório para entregar até o dia 15. E segunda, quando voltar, tenho capítulos de minha dissertação para entregar.
É a vida nesse meu lugar...

Comentários

  1. Fui apresentado a esse seu-nosso lugar...
    até hoje o que pergunto-me e se há vida nessas muitas letras...
    Vando
    vando@pensamentojovem.com

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  2. Eu não sei, eu não sei. Mas não acho que letras e vida combinem bem ou sejam antônimos. Nós temos vida ou não a temos. Usamos ou não usamos as letras. Tudo está em nós. E nós só podemos ser se nós estivermos nEle. Então, nEle, tudo é certo, tudo tem sentido. Ainda que não faça o menor sentido.

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  3. ...como dizemos aqui no rio: sinistro!
    Vando (www.pensamentojovem.com)

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