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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Estou vivendo uma fase Vineyard. Por isso, promovo mais uma mudança no nome deste blog. Desde a primeira vez que ouvi essa canção, achei esses versos perfeitos:
A dor e a tristeza
Lavadas serão
Nas ondas do Amor de Deus
Profundas no coração

(Todos que têm sede, Brenton Brown & Glenn Robertson)

Comentários

  1. Esse blog já teve muitos nomes. De uns tempos para cá estou usando trechos de músicas. O último tinha sido "E assim chegar e partir são só dois lados da mesma viagem".

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  2. Daniel?!
    Vineyard?!...
    Tudo bem... há tempo para todas as coisas debaixo do céu. (rsrsrs)

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  3. Desculpe... não assinei o coment acima.
    Ass.: Vando (www.pensamentojovem.com)

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