Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal
Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Olá, estou visitando seu blog pela primeira vez (nem é tão inesquecível quanto dizem)
ResponderExcluirGosto do pensamento de Foucault, e foi um boa coincidencia encontrar seu nome (f) no seu ultimo post
gostei do titulo do blog tambem
um abraço
Al
Al,
ResponderExcluirnão entendi: disseram que meu blog era inesquecível?
quem disse?
obrigado pela visita e volte outras vezes.
Me desculpe, me expressei mal, quis me referir a expressão " a primeira vez a gente nunca esquece".
ResponderExcluirGostei do post, li Vigiar e Punir, A história da sexualidade um, e Foucault e seus contemporâneos, de didier eribon, além de trechos de metafísica do poder e história da loucura...
Gosto de ler mais os filósofos franceses, pelo jeito que comunicam (nada contra os alemãos). Ex: Gaston Bachelard, Camus (argelino), Pierre Bourdieu, Sartre e tal.
Mas agora Foucault não faz tanto minha cabeça apesar de manter certos conceitos dele que são bem bons, como a eliminação de uma visão dualista de opressores e oprimidos, promovidos por marxistas e neo-marxistas, como Althusser.
Um abraço
Al
www.algebrim.blogdrive.com
Mas agora, nem