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Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Acho que eu vou começar a fazer uma lista das pessoas que eu amo, por quem eu morreria. Claro que nessa lista não entrariam os mais óbvios: Deus (Aquele que é Pai, Filho e Espírito Santo - não me pergunte como é isso...), ou me família, capitaneada por minha mãe.
Vamos lá, só para começar:
Pr. Kleber, Amariles, Fellipe, Amanda, Queila, Hermany, Rebecca, Azenate...

Comentários

  1. Como assim "não sabe como é isto", de Deus ser pai filho e espírito santo?

    Como um pregador que se auto-proclama, não achas que teus fiéis devem saber respostas concretas sobre suas crenças?

    Na Bíblia sagrada há respostas pra tudo. É só pesquisar.
    Volto depois pra conversarmos mais sobre isso.

    PS. Postei como anônimo pois não sou cadastrado no Blogger. Vou cadastrar-me pra podermos conversar melhor.

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