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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Acho que eu vou começar a fazer uma lista das pessoas que eu amo, por quem eu morreria. Claro que nessa lista não entrariam os mais óbvios: Deus (Aquele que é Pai, Filho e Espírito Santo - não me pergunte como é isso...), ou me família, capitaneada por minha mãe.
Vamos lá, só para começar:
Pr. Kleber, Amariles, Fellipe, Amanda, Queila, Hermany, Rebecca, Azenate...

Comentários

  1. Como assim "não sabe como é isto", de Deus ser pai filho e espírito santo?

    Como um pregador que se auto-proclama, não achas que teus fiéis devem saber respostas concretas sobre suas crenças?

    Na Bíblia sagrada há respostas pra tudo. É só pesquisar.
    Volto depois pra conversarmos mais sobre isso.

    PS. Postei como anônimo pois não sou cadastrado no Blogger. Vou cadastrar-me pra podermos conversar melhor.

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