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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Cá estou eu. Sexta-feira de novo. Correria e cansaço de novo. E amanhã ainda vou fazer prova no inglê de manhã.
Aliás, amanhã à tarde preciso estar em três lugares ao mesmo tempo e estou certo que vou querer ficar na cama. Não tenho idéia do que fazer.
Em tempo: passou a eleição e Miguel Mossoró não deixou de ser assunto.
Em tempo, parte dois: a mãe da censurada (se você não acompanha este blog há algum tempo, sinto muito, mas não vai entender) foi cirurgiada há coisa de um mês, teve uma fístula e, sendo diabética, ainda está no hospital.

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