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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Cá estou eu. Sexta-feira de novo. Correria e cansaço de novo. E amanhã ainda vou fazer prova no inglê de manhã.
Aliás, amanhã à tarde preciso estar em três lugares ao mesmo tempo e estou certo que vou querer ficar na cama. Não tenho idéia do que fazer.
Em tempo: passou a eleição e Miguel Mossoró não deixou de ser assunto.
Em tempo, parte dois: a mãe da censurada (se você não acompanha este blog há algum tempo, sinto muito, mas não vai entender) foi cirurgiada há coisa de um mês, teve uma fístula e, sendo diabética, ainda está no hospital.

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