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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Não sei mais o que fazer. Tenho recebido e-mails de provedores informando que estou enviando correspondências contaminadas por vírus para endereços que desconheço. Só esta semana já atualizei o Anti-Vírus duas vezes e fiz uma varredura completa três. Alguém pode me explicar o que está acontecendo?
Mas eu também cometi uma burrice. Recebi um pretenso cartão on-line do Bol. Abri. Ocorreu um defeito no download (download em um cartão virtual eu nunca tinha visto). Fui chegar o endereço. O endereço que, pretensamente, me levava ao Bol, era sueco...
Será que contaminei minha máquina? Mais uma varredura completa, nada detectado. Mas um medo danado de desligar o computador.

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