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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Neto, meu colega de seminário, esteve aqui em casa no domingo participando de almoço que celebrou minha aprovação na seleção do mestrado. Ele veio fim de semana para casamento de uma amiga.
Hoje fui conversar com um outro ex-colega, Júnior, atualmente o Rev. Erivan, jovem pastor de nossa igreja no bairro de Felipe Camarão.
Domingo à tarde, conversei pelo Messenger com uma menina da igreja que está tendo dificuldades na aceitação de seu namoro pelos pais. Ao fim, ela me agradeceu porque considerou que minhas palavras lançaram luzes à sua situação.
Sabe qual foi o resultado disso? Maior convicção de minha vocação e consequente frustração pelo fato de estar fora do Seminário. Mas esse já é um sentimento recorrente.

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