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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Lembrem desse nome: Almeida Lima. O sujeito que protagonizou a maior e mais irresponsável palhaçada política dos últimos anos no Brasil. Completamente risível a atitude dele nos três últimos dias, culminando com o show para os holofotes na tarde de hoje. A reação mais engraçada pertenceu a ACM, dizendo que se fosse do PT faria uma estátua em sua homenagem pela defesa que promoveu do ministro José Dirceu. Os meus inúmeros amigos sergipanos não merecem um senador dessa estirpe. Será que ele mirou nas eleições municipais em Aracaju? Acho que o tiro saiu pela culatra. Lembrem: Almeida Lima. Partido: PDT. Estado: Sergipe. Só faltava ser crente.

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