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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...


Acabo de assistir ao filme A Paixão de Cristo. Meu comentário? Foi por mim... Ele era Deus. Os homens que Ele criou e a quem amou o mataram. Ele não precisava passar por isso. Mas fez por amor. Fez por mim e fez por você.
Durante o filme, não me saia da cabeça o hino:

Alvo mais que a neve

Seja Bendito o Cordeiro
Que na cruz por nós padeceu!
Seja bendito o seu sangue
Que por nós pecadores verteu!

Eis, nesse sangue lavados,
Com roupas tão alvas são,
Os pecadores remidos,
Que perante Deus hoje estão.

Alvo mais que a neve!
Alvo mais que a neve!
Sim, nesse sangue lavado,
Mais alvo que a neve serei!

Quão espinhosa a coroa
Que Jesus por nós suportou!
Oh! quão profundas as chagas
Que nos provam o quanto Ele amou!

Eis, nessas chagas, pureza
Para o mais torpe pecador!
Pois que, mais alvo que a neve
O teu sangue torna, Senhor!

Alvo mais que a neve!
Alvo mais que a neve!
Sim, nesse sangue lavado,
Mais alvo que a neve serei!

Se nós a ti confessarmos,
E seguirmos na tua luz,
Tu não somente perdoas,
Purificas também, ó Jesus!

Sim, e de todo pecado!
Que maravilha desse amor!
Pois que, mais alvos que a neve
O Teu sangue nos torna, Senhor!

Alvo mais que a neve!
Alvo mais que a neve!
Sim, nesse sangue lavado,
Mais alvo que a neve serei!

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