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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...


Acabo de assistir ao filme A Paixão de Cristo. Meu comentário? Foi por mim... Ele era Deus. Os homens que Ele criou e a quem amou o mataram. Ele não precisava passar por isso. Mas fez por amor. Fez por mim e fez por você.
Durante o filme, não me saia da cabeça o hino:

Alvo mais que a neve

Seja Bendito o Cordeiro
Que na cruz por nós padeceu!
Seja bendito o seu sangue
Que por nós pecadores verteu!

Eis, nesse sangue lavados,
Com roupas tão alvas são,
Os pecadores remidos,
Que perante Deus hoje estão.

Alvo mais que a neve!
Alvo mais que a neve!
Sim, nesse sangue lavado,
Mais alvo que a neve serei!

Quão espinhosa a coroa
Que Jesus por nós suportou!
Oh! quão profundas as chagas
Que nos provam o quanto Ele amou!

Eis, nessas chagas, pureza
Para o mais torpe pecador!
Pois que, mais alvo que a neve
O teu sangue torna, Senhor!

Alvo mais que a neve!
Alvo mais que a neve!
Sim, nesse sangue lavado,
Mais alvo que a neve serei!

Se nós a ti confessarmos,
E seguirmos na tua luz,
Tu não somente perdoas,
Purificas também, ó Jesus!

Sim, e de todo pecado!
Que maravilha desse amor!
Pois que, mais alvos que a neve
O Teu sangue nos torna, Senhor!

Alvo mais que a neve!
Alvo mais que a neve!
Sim, nesse sangue lavado,
Mais alvo que a neve serei!

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