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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
O retiro de Carnaval reservou muita coisa boa, especialmente as mensagens que ali foram pregadas naqueles dias. Mas acredito que também foi muito bom, pelo menos para os jovens da Igreja, a presença dos namorados de Queila e Rebecca (Thiago e Guto, respectivamente) e do amigo deles, Bruno. Eles serviram como, digamos, catalisadores da moçada da igreja. Eles puderam servir de elo de ligação para uma parte significativa dos jovens.
Visitas de Eli de Jesus, Amanda, Pipo, Alessandra, Talita e Ellen.

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