Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
24 horas acabou. E eu gostei. E consegui ainda me surpreender com algumas coisas no fim. Aliás, errei todas as minhas previsões dadas ontem aqui. Eu realmente acreditava que os Drazen iriam conseguir algum sucesso, matando um dentre os alvos. Não esperava que fosse Tery e nem que as circunstâncias fossem aquelas. Essa a maior surpresa.
Cheguei a pensar que Jack atiraria em Nina e seria morto pela UCT e nem chegaria a descobrir a morte da mulher. Errei. Cheguei a achar que Tony mataria Nina. Mas, logo que teve início o episódio soube que isso não aconteceria. Afinal, Carlos Bernard foi rebaixado ao staff co-estrelando. Ficou claro que Tony não teria grande participação no grand finale.
Gostei da série porque, apesar de prevísivel em vários aspectos, conseguiu me surpreender. E surpreendeu até quando foi prevísivel porque as coisas óbvias aconteceram de maneira inusitada.

Comentários

Postagens mais visitadas