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Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
24 horas acabou. E eu gostei. E consegui ainda me surpreender com algumas coisas no fim. Aliás, errei todas as minhas previsões dadas ontem aqui. Eu realmente acreditava que os Drazen iriam conseguir algum sucesso, matando um dentre os alvos. Não esperava que fosse Tery e nem que as circunstâncias fossem aquelas. Essa a maior surpresa.
Cheguei a pensar que Jack atiraria em Nina e seria morto pela UCT e nem chegaria a descobrir a morte da mulher. Errei. Cheguei a achar que Tony mataria Nina. Mas, logo que teve início o episódio soube que isso não aconteceria. Afinal, Carlos Bernard foi rebaixado ao staff co-estrelando. Ficou claro que Tony não teria grande participação no grand finale.
Gostei da série porque, apesar de prevísivel em vários aspectos, conseguiu me surpreender. E surpreendeu até quando foi prevísivel porque as coisas óbvias aconteceram de maneira inusitada.

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