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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
A coisa agora está ficando boa:

Comandante de vôo da AA fica à disposição da Justiça, em Guarulhos
da Folha Online

O comandante de um vôo da American Airlines preso em flagrante nesta quarta-feira no aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos (região metropolitana de SP), foi encaminhado nesta tarde à Justiça Federal do município para prestar esclarecimentos.

Dale Hobin Hersh, 53, foi autuado por desacato a autoridade, já que fez um gesto obsceno ao ter que segurar sua ficha na frente do corpo para ser fotografado pelos agentes.




O superintendente da PF, Francisco Baltazar da Silva, disse que o comandante da aeronave "se deixou fotografar com um gesto obsceno, gesto este conhecido internacionalmente como obsceno".

Leia mais aqui.

E no Terra:

(...)O piloto chegou ao Brasil em vôo procedente de Miami, Flórida, e foi preso após fazer o gesto obsceno para a PF. Outros 11 membros da American Airlines recusaram-se a passar pelo sistema de identificação brasileiro e, por isso, foram impedidos de entrar em território nacional. Segundo um delegado da PF, eles estão sendo mantidos numa sala do aeroporto enquanto a empresa decide o que fazer com eles. A volta do grupo aos Estados Unidos deverá ocorrer ainda hoje, mas nenhum deles será considerado deportado, permitindo, assim, o retorno ao país em outra ocasião. (...)




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