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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Voltei. E realmente a viagem foi cansativa. Cheguei a Recife às 10 e meia da manhã. Peguei o ônibus de volta às 15 horas. Uma série de contratempos na saída e um acidente em João Pessoa, que nos atrasou duas horas, tornaram a viagem extenuante.
O acidente serviu para o contato com uma turma gente boa. Márcia, Tigra (nome em homenagem àquela personagem dos Thundercats, lembram?), Anderson e Ana Carolina. A nossa conversa versou sobre tudo, de religião a cinema, passando por Matrix e O amor é cego. Sinceramente, gostei muito da qualidade da conversa. Acrescentou muito e ajudou a passar bem o tempo de chateação na estrada. Eles me prometeram visitar este blog. Então, se passarem por aqui, dêem o seu recado.

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