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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Mesmo sozinho
(Nando Reis)

Uh... Baby!
Porque voce foi pra tao longe?
Nao precisava tanto
Bastava so nao telefonar

Uh..., Baby, baby!
O que aconteceu?
O ar nao foi suficiente?
Voce nao viu, voce sumiu
Mudou de lugar

No mais, estou vivendo normalmente
Nao vou ficar pensando
Se tivesse sido o contrario

Estou feliz
Mesmo sozinho
Esse silencio eh paz
Nesse momento cai
Uma forte chuva
Quem vai ficar chorando?

Uh... baby!
Sabe do que eu sinto saudades?
Do seu sorriso de manha
E do quarto tao desarrumado

Uh... baby!
Saiba que gosto muito de voce
Espero que esteja feliz
E bem acompanhada

Normal, estou vivendo, simplesmente
Eu vou ficar pensando
Se tivesse sido o contrario
Estou feliz...

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