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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Refletindo sobre Foucault, compreendo que o atual imperialismo yankee não passa de uma forma de racismo de Estado que em esfera mundial perpetua o discurso da luta permanente. Nesse caso, a luta permanente entre a super-raca norte-americana e as demais sub-racas, especialmente representadas pelos povos arabes. Esse discurso e esse mito se renovaram na nova tese do choque de civilizacoes, que afirma que um confronto entre Ocidente (EUA) e o Oriente (Isla) eh inevitavel. O discurso da luta permanente se renova em favor da manutencao da dominacao e do poderio americano, e da sujeicao das nacoes ao Imperio. Imperio que carece de discursos renovadores, ja que demonstra sinais de cansaco (vide as situacoes na Palestina e no Iraque).

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