Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Para Boff, os inúmeros desempregados estruturais não poderão ser reabsorvidos pelo mercado de trabalho. Isso porque estamos passando de um modelo de produção baseado no pleno emprego para a plena ocupação.
Exemplo disso são fábricas como uma montadora do ABC Paulista que no lugar de quase 400 funcionários de quatro anos atrás em uma linha de produção hoje tem apenas um.
A função do estado seria, então, oferecer ocupação e condições de vida para o cidadão.

Comentários

Postagens mais visitadas