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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Hey, Joe!
O Rappa


Hey Joe onde é que você vai com essa arma aí na mão

Hey Joe esse não é o atalho pra sair dessa condição

Dorme com tiro acorda ligado tiro que tiro

Trik-trak boom pra todo lado meu irmão,


Só desse jeito consegui impor minha moral

Eu sei que sou caçado e visto sempre como um animal


Sirene ligada os homi chegando trik-trak boom boom

Mas eu vou me mandando


Hey Joe assim você não curte o brilho intenso da manhã

Hey Joe o que teu filho vai pensar quando a fumaça baixar

Fumaça de fumo fogo de revolver

E é assim que eu faço eu faço eu faço,


Eu faço a minha história meu irmão,

Aqui estou por causa dele e vou te dizer

Talvez eu não tenha vida mas é assim que vai ser


Armamento pesado corpo fechado

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