Pular para o conteúdo principal

Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
O texto do livro de Daniel nos apresenta a revoluç?o da teologia da ressurreiç?o. No relato em que seus três amigos, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, s?o jogados à fornalha por Nabucodonosor eles dizem ao imperador: ? Nabucodonosor, n?o precisamos defender-nos diante de ti. Se formos atirados na fornalha em chamas, o Deus a quem prestamos culto pode livrar-nos, e ele nos livrar? das tuas m?os, ? rei. Mas, se ele n?o nos livrar, saiba, ? rei, que n?o prestaremos culto aos teus deuses nem adoremos a imagem de ouro que mandaste erguer.
Eles creem na ressurreiç?o. Logo, s?o incapazes de temer a morte. E sabem que o Deus da Ressurreiç?o tem poder para livr?-los, se assim quiserem. Crendo na ressurreiç?o, eles enfrentam o imperador.
A ressurreiç?o é revolucion?ria porque nos possibilita enfrentar os poderes, especialmente os poderes mundanos, e n?o temermos entrar na luta em favor das transformaç?es que o Reino de Deus traz e trar? para o mundo.
Tal luta exige coragem e compromisso, que pode se firmar na certeza que o mundo pode até nos matar, mas jamais nos vencer?, jamais por? fim à nossa vida. No final, ressuscitaremos.
O livro de Daniel nos conta a hist?ria de resistência de um povo diante da opress?o de um império. E eles tiraram sua força de luta de idéias, crenças, certezas como a ressurreiç?o.
O povo da ressurreiç?o, da ressurreiç?o de Cristo, n?o deve temer enfrentar a oposiç?o e a morte em nome d'Aquele que venceu.
(Ser? que eu n?o consigo mais ser claro...)

Comentários

Postagens mais visitadas