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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Gente, é impossível olhar a Internet do mesmo modo após a overdose de Pierre Lévy que eu iniciei semana passada e estou ampliando atualmente. Idéias fantásticas sobre o ciberespaço em As tecnologias da inteligência, O que é virtual? e Cibercultura. Estou me sentindo revigorado pelo entusiasmo com estudar os blogs, a Internet, tudo...
E tem sido bom descobrir, entre outras coisas, que o Virtual não se opõe ao Real, mas sim ao Atual. E nenhuma metáfora disso é melhor do que o clique de Atualizar de nossos browsers.

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