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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Powell disse que o numero de civis mortos na Guerra não pode ser comparado com o número bem maior que foi morto por Saddam. Frieza maior impossível. Era bom que ele tentasse, então, dizer isso para a menina baleada (e morta) ontem em Bagdá, ou à sua família: Ah! Você faz parte de um número bem menor de mortos ... Não importa se um, se dez, ou dez milhões; nada justifica a morte gratuita de ninguém. E agora os marines estão matando iraquianos como eu mato muriçocas que me perturbam no meu quarto, ou como o Marco matou o seu Grilo Falante. Lembra muito a crítica já antecipada em Tropas Estelares, diga-se de passagem.

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