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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Estou vivo!
E agora é minha vez de estar no paraíso. Viajei a Recife na última quinta-feira para passar a semana de aniversário de Priscila com ela. Estou hospedado na casa do seu pastor. E adivinhem quem tenho visto todos os dias? O vizinho ilustre do pastor Halley, mestre Ariano Suassuna. Nem sei se devo pedir um autógrafo...
Mas estou preocupado com a guerra e feliz porque os inspetores de armas da ONU chamaram os yankees de mentirosos!
Ganhei um presente de aniversário antecipado em dois meses. Um livro que estava louco para ler: de Carlos Dornelles, Deus é inocente, a imprensa não.
Hei, mas deixe eu ir ali namorar um pouquinho. Quinta eu volto a Natal.

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