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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
O poder de Deus dificilmente se manifesta em pessoas que não tomam a sério a realidade da sua fé. (...) Crer em Jesus Cristo significa reconhecer a realidade dessa obra redentora e consagrar a nossa vida a ela. Por esta razão, não pode haver cristãos tíbios: ou somos cristãos dinâmicos, ou não somos cristãos.
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Quanto mais estudo a história dos grandes movimentos da Igreja, mais notável me parece a repetição do mesmo processo no início de tantos deles: E num momento de crise para a Igreja, um indivíduo se oferece a Deus e dedica-se apaixonadamente a resolver a situação. Reúne consigo algumas outras pessoas com a mesma preocupação, também dispostas a se entregarem à mesma obra que consideram tão urgente. Unidos uns com os outros, nessa missão comum, dedicam-se a estudar, orar, planejar e agir em obediência ao chamado do Senhor. Desses pequenos grupos Deus tem feito coisas admiráveis; com eles têm-se iniciado movimentos que têm transformado a Igreja de Cristo.


Esse é Richard Shaull. Será que podemos ter o direito de sonhar que Deus possa estar fazendo algo novo a partir de nossas discussões sobre Revolução?

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