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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Acho que FHC ainda pensa que é alguma coisa, ou que o povo ainda lê o que ele escreve. Olha só o que tava no Leite de Pato:

"FH recomenda prudência a Lula
PARIS. No dia seguinte à visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à França, o ex-presidente Fernando Henrique participou do primeiro seminário desde que deixou o poder e disse que seria ?uma impertinência? o Brasil querer assumir uma posição de liderança no cenário mundial. Fernando Henrique disse ter notado no petista Luiz Inácio Lula da Silva, em suas viagens internacionais, uma disposição positiva de assumir responsabilidades como presidente do Brasil, mas recomendou prudência aos que julgam que o país deva aventurar-se como nova liderança ao lado das grandes potências.

Well, well, well...
Não deve mesmo ser fácil para FHC ver da arquibancada Lula tentando provar que o Brasil é mais do que bunda, carnaval e futebol.
Podemos sim e devemos buscar um lugar de liderança na comunidade internacional, e isso dói muito no ex-presidente que, nos oito anos em que ficou encastelado no Planalto, fez questão de deixar o Brasil mais submisso do que já era. Deve ser isso a tal "Teoria da Dependência"."

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